Duty of Care em Viagens Corporativas: O que mudou em 2026

Duty of Care em Viagens Corporativas: O que mudou em 2026

O Duty of Care em viagens corporativas deixou de ser apenas uma boa prática. Em 2026, tornou-se um pilar estratégico de governança, compliance e gestão de risco.

Segundo a SAP Concur Global Business Travel Survey 2025, 99% das empresas globalmente atualizaram, estão atualizando ou considerando atualizar suas políticas de viagens, especialmente no que se refere à proteção de dados e segurança cibernética durante deslocamentos internacionais.

No Brasil, o movimento segue a mesma direção. Por isso, empresas que ainda não revisaram suas políticas podem enfrentar riscos relevantes. Consequentemente, os impactos podem ser jurídicos, operacionais e até reputacionais.


O que está impulsionando essa mudança?

1) Responsabilidade legal ampliada

Em primeiro lugar, a responsabilidade corporativa se expandiu. Hoje, a empresa não responde apenas pelo ambiente de trabalho tradicional. Ao contrário, o dever de cuidado se estende durante todo o período de deslocamento profissional.

Além das normas trabalhistas, práticas modernas de compliance reforçam essa obrigação. Assim, quando não há protocolos claros, o risco de questionamentos legais aumenta. Por esse motivo, documentar ações preventivas tornou-se essencial.


2) A expectativa dos viajantes mudou

Outro fator determinante é a mudança no comportamento dos colaboradores. Segundo a pesquisa, 90% dos profissionais afirmam que podem recusar viagens por preocupações com segurança ou saúde. Ou seja, o Duty of Care passou a impactar diretamente a experiência do colaborador.

Enquanto isso, empresas que demonstram estrutura e suporte tendem a gerar mais confiança. Dessa forma, a comunicação transparente das políticas se torna tão importante quanto a política em si.


3) Riscos imprevisíveis viraram rotina

Nos últimos anos, eventos considerados raros tornaram-se frequentes. Instabilidade política, desastres naturais e ataques cibernéticos passaram a integrar o planejamento estratégico. Nesse contexto, a atualização das políticas não é opcional.

De fato, 83% das empresas já implementaram ou estão implementando medidas voltadas à proteção digital durante viagens internacionais. Consequentemente, o conceito de segurança evoluiu. Hoje, proteger o viajante também significa proteger seus dados.


O que significa ter Duty of Care efetivo em 2026?

Ter uma política documentada é importante. No entanto, isso não é suficiente. Para que o Duty of Care em viagens corporativas seja efetivo, é necessário combinar processos, tecnologia e resposta rápida.

Entre os principais pilares, destacam-se:

  • Rastreamento em tempo real, pois garante visibilidade imediata em situações críticas.

  • Alertas proativos de risco, que permitem antecipação e prevenção.

  • Suporte 24/7 especializado, garantindo apoio contínuo ao viajante.

  • Protocolos documentados de emergência, que reduzem improvisos.

  • Integração com RH e áreas de segurança, ampliando a responsabilidade compartilhada.

  • Auditoria e compliance estruturados, fortalecendo a governança.


Duty of Care é governança corporativa

Ignorar o Duty of Care em viagens corporativas pode gerar consequências relevantes. Em primeiro lugar, há risco legal por negligência. Além disso, crises mal gerenciadas impactam a reputação corporativa. Por fim, a falta de proteção adequada pode comprometer a retenção de talentos.

Portanto, o tema deixou de ser operacional e passou a integrar a agenda estratégica das lideranças. Em resumo, proteger o viajante é proteger o negócio.


Como a AVIPAM apoia empresas

A AVIPAM oferece soluções integradas que unem tecnologia e atendimento humanizado. Além disso, atua de forma estruturada para garantir visibilidade e controle.

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